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Atividades e testemunho I-Tales

 

A Arte liberta-nos como indivíduos e aproxima-nos como seres humanos”

Esta é a frase que marca o testemunho de Maria Mar, participante na mobilidade internacional do projeto I-Tales, que decorreu entre os dias 09 e 14 de Julho.
Este projeto, destina-se à educação de adultos, nomeadamente migrantes de países Europeus e não Europeus envolvendo também locais, promovendo e trabalhando em ambos os públicos a comunicação, responsabilidade, atitude positiva, competências interpessoais e pensamento crítico. Desta forma, o projeto pretende potenciar a inserção de cidadãos estrangeiros numa nova sociedade, cultura e língua, contribuindo em simultâneo para uma comunidade coesa baseada no respeito mútuo, colaboração, diálogo, valorização da diversidade cultural, utilizando a arte como veículo.

Conheça o testemunho de quem viveu dias ricos em humanidade, cultura e expressão artística:

(…) Santa Maria da Feira, mais precisamente a associação Rosto Solidário, acolheu nos últimos dias cerca de sessenta cidadãos estrangeiros vindos de seis países: Itália, Espanha, Grécia, Chipre, Bulgária e Lituânia.

Este encontro realizou-se no âmbito do projecto I-TALES – Integration Through Arts Learning to Enhance Society. Sendo que cada país é representado por uma entidade que procura promover a sensibilização e integração de pessoas, em movimento, na sociedade.

O I-TALES nasceu de um sonho, rompeu inúmeras barreiras (como o Covid) e tornou-se um farol ou até mesmo um porto seguro, num tempo em que o mundo parece girar ao contrário.

A principal ferramenta de trabalho é a arte ( teatro, música,  poesia, dança, pintura…).

E porquê a arte?

Eu respondo: Porque a arte liberta-nos como indivíduos e aproxima-nos como seres humanos. E quanto mais nos conseguirmos aproximar uns dos outros maior é a nossa evolução.

Posto isto, é com alegria que vos digo que o grupo português está muito próximo do que se pode chamar de “família”. O que nos primeiros tempos começou por ser um desafio, uma missão, é agora um prazer.

Neste contexto não importa quem nasceu cá… Importa que estamos todos cá, uns para os outros. Todos partilham, todos ajudam e todos crescemos imenso. Voltando ao princípio, fomos nós que, naturalmente, acolhemos os nossos parceiros e fomos nós que os conduzimos pela cidade procurando oferecer, culturalmente falando, o que de melhor temos. Para tal contámos com a colaboração de outras entidades, do município e da própria comunidade.

Dinamizámos também vários workshops e preparámos um espetáculo final com a integração de todos.
Por isso, a passagem dos nossos parceiros por terras de Santa Maria foi deveras intensa.

A última mobilidade será no Chipre, onde juntos faremos as devidas reflexões e balanço do projeto.
Quanto à família portuguesa? Está formada e, como diz a nossa coordenadora Ana R. Silva “tem pernas para andar e muito caminho pela frente.”
Como membro da família agradeço a todos de coração, deixando um obrigada especial à Kelinha e ao José Augusto que me chamaram para esta missão, à Ana R. Silva pela excelente coordenação e ao Paulo por acreditar em nós.”

Maria Mar

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